
A segunda fase do parque de ciência e tecnologia da Covilhã foi inaugurada no último sábado. Durante a cerimónia Carlos Pinto manifestou o desejo de ver o Parkurbis como mais um departamento da UBI
A segunda fase do Parkurbis, Parque de Ciência e Tecnologia da Covilhã, foi inaugurada no último sábado, 20, com cinco novas empresas e quatro que se deslocalizaram do edifício ao lado. O investimento de dois milhões e 70 mil euros, comparticipados a 50 por cento pelo antigo Quadro Comunitário de Apoio, vai de imediato dar emprego a 31 pessoas e a curto prazo a 60. Para Carlos Pinto, presidente da Câmara da Covilhã e simultaneamente do conselho de administração, o projecto é um “caso único no País”.
O tipo de cultura de empresas, a ligação à universidade, a localização, mais perto da Europa e a quantidade de jovens formados que se querem afirmar nas novas tecnologias fazem Carlos Pinto antever um futuro promissor para o Parkurbis, que um dia gostaria de ver como um departamento da Universidade da Beira Interior (UBI) vocacionado para a ligação ao mundo empresarial.
“A UBI tem hoje grande prestígio, tem também preocupações em fazer desenvolvimento laboratorial para as empresas. O Parkurbis pode ser a alavanca para essa transferência”, frisa Carlos Pinto. O autarca considera que o parque tecnológico da Covilhã, do que conhece de iniciativas do género, “é uma estrutura credibilizada”. “Chegará onde os seus responsáveis quiserem”.
(Notícia completa na edição papel)
In “Noticias da Covilhã”, de 24 de Junho, 2009